“Eu gosto de errar. Sinto o cheiro e gosto dos meus erros e simpatizo com eles. O certinho me causa desconfiança. Antipatizo com o correto. Prefiro a minha infelicidade com flashes de felicidade momentânea… Esperar não é para mim. Produzo teorias que não servirão para nada. Invento palavras que não existem, faço meu próprio dicionário. Crio definições que só eu uso e, ainda por cima, me mato de rir. Prefiro a minha insanidade com flashes de sanidade instantânea… O que presta é o que me interessa. O que eu quero, agarro. O que eu desejo, abraço. O que eu sonho, desenho. O que eu imagino, escrevo. O que eu sinto, escondo. A perfeição está no meu humor. Está na minha emoção. Está nas minhas linhas tortas e devaneios tolos. Nem sempre minhas ações condizem com as minhas palavras. Me conheça. Me decifre. Me ame. Me devore”
E se você pudesse escolher o seu destino? E se você pudesse escolher sua moradia? Iria morar onde? Nas estrelas? Na lua? Ou vagando de planeta em planeta? E se você pudesse escolher e contrair seus sentimentos? Transbordaria de amor, zelaria pela paz e acabaria com a dor? E se você escolhesse as direções do vento? Iria ser pro sul, pro norte ou para um cantinho à beira mar? E se seus sonhos tornassem reais? Iria morrer de emoção ou chorar aos prantos por medo? E se…